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Com mais de 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Palestras (0)

A Indústria em números - Dezembro 2018

Por: CNI

 

Resíduos da mineração: Desafios para o futuro

Por: Fernando Mendes Valverde - ANEPAC

 

Construção civil – Balanços e perspectivas

Por: Jose Romeu - Sinduscon-SP

 

Desafios do setor de agregados

Por: Fernando Valverde-ANEPAC / Abimex 2018

 

Mercado de agregados – SP

Por: Fernando Valverde – ANEPAC / Deconcic 2018

 

O segmento de arquitetura e engenharia consultiva

Por: Fernando Mentone – Sinaenco

 

Perspectivas da indústria de materiais de construção

Por: Rodrigo Navarro – ABRAMAT

 

Perspectivas na ótica da indústria do cimento

Por: Paulo Camilo - SNIC

 

Tendências no mercado da construção

Mario Marques - Sobratema

 

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Pequenas, médias e micro minerações precisam se preparar para sobreviver

15/09/2022 - A mineração do Brasil não é composta apenas por grandes mineradoras. As pequenas, médias e micro minerações são a maioria da cadeia produtiva do setor. Porém, a sobrevivência desses negócios é muito mais difícil, sobretudo por conta de suas particularidades. Essa questão foi discutida por especialistas em um painel durante a EXPOSIBRAM 2022.
 
“A complexidade de leis e órgãos da mineração geram insegurança jurídica para as micro, pequenas médias empresas da área. Ainda há outra dificuldade, principalmente para a mineração de agregados. Geralmente, elas operam no ambiente urbano, uma situação muito adversa, que causa muitos problemas, até mesmo levando ao fechamento da atividade”, destaca Fernando Valverde, presidente executivo da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (ANEPAC).
 
A solução para o problema das minerações menores pode estar nas cooperativas. “A sobrevivência das pequenas mineradoras passa pelo cooperativismo. Temos observado crescimento na formalização de pequenas e médias mineradoras no Brasil, muito graças às cooperativas, que atuam legalizando áreas onde garimpeiros estavam trabalhando ilegalmente”, afirma Alex dos Santos Macedo, analista Técnico e Econômico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
 
“O cooperativismo dá suporte para a emissão de licenças, para a gestão mineral e ambiental, além de ajudar a produção e comercialização de produtos”, completa. O especialista analisa, ainda, que “é impossível falar em mineração sustentável e responsável sem prestar atenção aos pequenos mineradores”.
 
As micro, pequenas e médias empresas de mineração precisam, também, de investimentos, conforme afirma Giorgio de Tomi, professor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, da Universidade de São Paulo. “O crédito precisa existir, ser acessível e desburocratizado, mas com análise de desempenho técnico e de ESG. O dinheiro precisa ir para quem faz do jeito certo, quem faz mineração responsável”.
 
O painel sobre os desafios das micro, pequenas e médias empresas de mineração ocorreu dentro da programação da EXPOSIBRAM 2022, o mais relevante evento de mineração da América Latina. A feira vai até o dia 15 de setembro (quinta-feira), no Expominas, em Belo Horizonte.
 
Fonte: Instituto Brasileiro de Mineração - IBRAM

ANEPAC na EXPOSIBRAM 2022

13/09/2022 - Começou ontem o Expo & Congresso Brasileiro de Mineração - EXPOSIBRAM 2022, o evento é realizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração- IBRAM. Considerado uma das maiores exposições de mineração da América Latina, o evento reúne as principais companhias mineradoras com atuação global e nacional, fornecedores de máquinas, equipamentos e serviços.
 
Em mais uma edição da EXPOSIBRAM a ANEPAC se faz presente representando o setor de Mineração de Agregados, com stand localizado no Y02, nível Foyer. Com a presença do Presidente da ANEPAC Fernando Valverde e membros da diretoria. 
 
A EXPOSIBRAM acontece entre os dias 12 a 15 de setembro no Expominas e no dia 14, quarta-feira, o Presidente Fernando Valverde vai participar de um painel com palestra sobre o tema os "Desafios da pequena e média mineração sustentável". Segundo Valverde, a participação da ANEPAC é muito importante pois os agregados são o produto mineral mais consumido no país além de ser considerado insumo estratégico para a indústria da construção civil no país.

A maior feira de plásticos de alto desempenho acontece em agosto

São Paulo, 13/07/2022 - FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2022 – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano, Plásticos de Engenharia & Compostos Termoplásticos, acontecerá de 16 a 18 de agosto no São Paulo Expo (Pavilhão 5), em São Paulo, SP. Considerada a maior feira de plásticos de alto desempenho da América Latina, contará com a participação de cerca de 300 empresas expositoras e mais de 15 mil visitantes de diversos países.

Além de conhecer os produtos expostos, os visitantes poderão participar gratuitamente:

•  das mais de 120 palestras que serão ministradas

•  das reuniões com clientes ou fornecedores

•  das Arenas de Peças

•  das Visitas Guiadas

Para fazer a inscrição gratuita, clique aqui.

 

Para mais informações: 

www.feiplar.com

eventos02@artsim.com.br

whatsapp: 55 11 97522-8546 

Relançamento do 3° Fórum e Feira de Mineração de Agregados

São Paulo, 25/05/2022 - No dia 9 de abril aconteceu o relançamento do 3° Fórum e Feira de Mineração de Agregados (FMA), realizado pela Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (ANEPAC), o SINDIBRITAS - Sindicato da Indústria de Mineração de Brita do Estado do Rio de Janeiro e a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (AGABRITAS).

Devido à pandemia de covid-19, o FMA não acontecia há 3 anos. Portanto, em 2022, o evento acontecerá nos dias 23 e 24 de novembro, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre. O evento é uma excelente oportunidade de criar conexões entre os profissionais do setor, além de divulgar as novas tecnologias inovadoras ao redor do mundo e atrair a atenção de investidores.

A ANEPAC marcará presença e estará disponível para esclarecer e ressaltar a importância dos produtos e ações.

Para mais informações, leia a matéria completa.

Alta demanda por pedra miúda e areia de brita incentiva fabricantes de britadores, peneiras e telas se adequarem às exigências

São Paulo, 06/05/2022 - Pedras miúdas e areias de brita fazem parte de 40% da demanda do setor de agregados, atualmente. Por causa dessas mudanças, as pedreiras estão sentindo a necessidade de se adequar ao mercado com o uso de britadores, peneiras e telas mais apropriados para processar material fino.

Para Fernando Valverde, presidente da ANEPAC, as empresas estão focando em manter níveis elevados de produtividade, automatizando usinas de beneficiamento e utilizando equipamentos que operam à distância, por exemplo.

A demanda por agregados é um importante medidor da economia do país e a quantidade de construções. Desde 2017, o mercado tem crescido e, para 2022, a expectativa é de mais aumento visto que é ano de eleições.

Sobre o peneiramento, apesar de suas peculiaridades em relação ao clima e manejo, com tecnologia e inovação é possível encontrar soluções práticas para evitar perdas de materiais, aumentando a produção.

Leia a matéria completa.

O possível aumento em até 45% da demanda global de areia pode levar à escassez do material

São Paulo, 05/05/2022 - De acordo com um estudo realizado pela Leiden University, na Holanda, até 2060 a demanda global por areia pode aumentar em 45%. Sendo uma das principais matéria-prima da construção civil, esse aumento pode ocasionar na escassez do material, impactando na produção de concreto, vidro e eletrônicos.


Fernando Mendes Valverde, presidente executivo da ANEPAC, acredita que não haverá uma escassez pura e simples e explica os desafios do setor para os próximos anos. Para Valverde, "há uma sociedade que cria uma demanda cada vez maior. Ao mesmo tempo, ela tenta restringir a atividade”.


Confira a matéria completa.

Mercado de agregados – Perspectivas para 2022

Informe ANEPAC - 10/03/2022 - Apesar da tradicional expectativa para o ano eleitoral, perspectiva de crescimento é incerta para o setor de agregados. 

 

Em 2021 o mercado de agregados registrou um aumento de 9% em relação ao ano anterior, atingindo 660 milhões de toneladas e fechou uma série de cinco anos em recuperação após a queda histórica de 33% ocorrida entre os anos de 2013 e 2017. Embora haja otimismo por parte dos produtores, principalmente por causa do ano eleitoral, o setor vê com desconfiança os resultados para este ano. A tendência é que o mercado de agregados continue crescendo, porém o ritmo deve diminuir. 

A perspectiva para 2022 é que as mais de três mil empresas que compõem o mercado produzam, aproximadamente, 692 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 5% em relação ao ano passado.

Uma visão compartilhada pelos produtores é a de que o Brasil passa por um momento de muita incerteza, principalmente no aspecto econômico e medidas essenciais para seu desenvolvimento não estão sendo colocadas em pauta. A redução dos índices de confiança decorrente de questões como aumento da inflação que acarreta, principalmente, alta nos custos dos insumos e dificuldades de investimento nas plantas, e a ausência de políticas para reversão desse cenário, são as principais causas da insegurança para o setor de agregados.

Capacidade – Apesar do aumento de vendas nos últimos anos, as empresas produtoras de agregados têm capacidade de produção disponível para atender uma alta de demanda, caso isso ocorra. Com capacidade instalada de aproximadamente 900 milhões de toneladas/ano o setor tem, ainda, significativa ociosidade que permite com folga entregas para os projetos esperados para 2022.

 Ordenamento Territorial – Um dos maiores gargalos para o crescimento do setor de agregados é a ausência de políticas de uso do solo. De acordo com o presidente executivo da ANEPAC, Fernando Valverde, o Ordenamento Territorial é vital para a sustentabilidade da mineração de agregados e para atendimento à crescente demanda, principalmente nos grandes centros. “A crescente urbanização tem provocado a esterilização de jazidas ou dificultado a existência das mineradoras próximas às cidades. Some-se isso às restrições impostas pelas prefeituras, muitas delas sem quaisquer embasamentos técnicos, criando situações impeditivas de operação para as mineradoras de agregados. Isso afasta as operações para longe dos centros de consumo. E quanto mais distantes das cidades estão as lavras em operação mais caro será para o consumidor, já que o frete é um custo importante na composição do preço final do agregado”, explica Valverde.

Na última terça, 8 - o BNDES apresentou propostas para dinamizar setor de mineração.

São Paulo, 10/02/2022 - Como ação da Semana da Mineração, na iniciativa de debater os desafios da mineração no país, o Ministério de Minas e Energia assinou um acordo de cooperação com o BNDES.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social deve divulgar até junho deste ano um relatório com propostas nas áreas de financiamento, inovação e sustentabilidade na mineração, segundo o presidente Gustavo Montezano. O BNDES já tem parceria semelhantes com os setores de saneamento e gás. A intenção é atrair investimentos e reconhecimento sobre as iniciativas sustentáveis do setor.

O setor mineral brasileiro produziu 1,150 bilhão de toneladas, com aumento de 7% sobre o total de 1,073 bilhão de toneladas de 2020, segundo dados do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). Já o faturamento chegou aos R$ 339 bilhões, com um aumento de 62% comparado ao ano anterior.

Fonte: AgênciaBrasil

Acesse a matéria completa aqui.

ANM fecha acordo com municípios para ampliar fiscalização e cobrança da CFEM

São Paulo, 15/10/2021- Para ampliar a capacidade de fiscalização e cobrança da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), a Agência Nacional de Mineração tem fechado acordo com municípios mineradores. Segundo Etivaldo da Silva, superintendente de arrecadação da agência, vários municípios de Minas Gerais tiveram acordos aprovados pela diretoria da ANM e, brevemente, serão convocados para participar de treinamento e capacitação junto à equipe de coordenação de fiscalização de receitas da ANM.

A ANM conta com apenas sete fiscais para vigiar a exploração mineral nos mais de 2.000 municípios do Brasil. A parceira visa aumentar este número, capacitando servidores municipais e orientando-os a fiscalizar o pagamento da CFEM junto às companhias que exploram a atividade em seus respectivos municípios.

O tema em questão foi amplamente discutido na Exposibram. Os palestrantes relataram que o setor mineral tem vivido sua melhor fase, arrecadando R$ 7,8 bilhões com os chamados royalties da mineração, entre janeiro e outubro de 2021.

Contudo, José Fernando, presidente da AMIG, tem alertado aos municípios mineradores que as receitas com a atividade não são estáveis e definitivas.

Confira a matéria completa aqui.

Setor de mineração se reúne para atualizar agenda dessa cadeia produtiva da construção

O Departamento da Indústria da Construção e Mineração (Deconcic) da Fiesp reuniu sua divisão da Cadeia Produtiva da Mineração na quinta-feira (30/9), para apresentar atualizações sobre o setor no estado de São Paulo. No encontro, estiveram presentes representantes da Agência Nacional de Mineração (ANM) e da indústria de cimento e de agregados.

Indústria Brasileira de Agregados

Sobre a commodity mineral, disponível basicamente nos equipamentos no mercado e nas técnicas de mineração, de acordo com levantamento da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (Anepac), ela representa mais de 2/3 do total da produção mineral mundial. Os agregados são compostos de areia e brita presentes na construção civil.

Conforme informou a Anepac, a produção global soma 50 bilhões de toneladas de agregados e a China responde por mais de 20 bilhões, ou 40% desse total. Apesar de movimentar grandes volumes, há uma preocupação conjuntural devido a conflitos no uso do solo que podem resultar na esterilização de depósitos e na ausência de políticas claras.

Outra preocupação, apontada por Fernando Valverde, da Anepac, é quanto ao transporte na estrutura de custos dos agregados. 'A logística limita bastante as fontes de produção, resultando no aumento dos custos de frete e indução de custos sociais desnecessários', diz.

Segundo Valverde, a integração da produção de agregados dentro do processo de planejamento de gestão do uso do solo não apenas preservaria o estoque destes recursos para uso futuro como também faria de sua produção uma operação economicamente mais eficiente.

Diante desse cenário, a Anepac propõe um plano nacional de agregados, com planejamento e preservação dos recursos, promoção de trabalhos técnicos de execução continuada, bem como inventários destinados ao planejamento da atividade, priorizando as áreas críticas. Outra proposta é inserir a mineração nos planejamentos regionais (Plano Diretor de Mineração/PDM, Zoneamentos, Distritos Mineiros etc.).

A indústria do cimento no Brasil gera R$ 28,8 bilhões de Produto Interno Bruto (PIB). Com produção em São Paulo de 5,9 milhões de toneladas, em 2020, a composição representa cerca de 10% da produção nacional. Apesar dos altos números, mais o fato de São Paulo ser o maior produtor, o estado ainda não é autossuficiente, necessitando receber cimento de Minas Gerais e Paraná.

Indústria do cimento

Paulo Camillo Penna, da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) conta que, em 2021, seis unidades fecharam, o que gerou aumento no desemprego, fato que ainda irá se refletir em 2022. 'A razão para isso é que o gasto fiscal feito no Brasil contra a pandemia foi um dos maiores do mundo. Trocamos uma queda menor no PIB, em 2020, por um crescimento menor nos próximos anos', explicou.

Mineração nacional

O superintendente de Produção Mineral da ANM, Roger Romão Cabral, informou que a Agência Nacional de Mineração desenvolve um sistema para promover celeridade devido às exigências do setor. 'A ANM está se adequando. Hoje temos 35 mil empreendimentos minerários para regularizar', explicou, e a agência está verificando onde é preciso agilizar o processo. 'O desafio é terminar até o final deste ano os sistemas que serão importantes para dar respostas rápidas às demandas que chegam à AMN', destacou. Cabral enfatiza ainda que a ANM busca junto ao Ministério de Minas e Energia ações estruturantes para desenvolver o sistema e atender o setor mineral com a agilidade necessária.

Os prazos dos processos voltam a fluir a partir de 1º de outubro, conforme informação do diretor-geral da ANM, Victor Hugo Froner Bicca. 'Tem uma regra de transição, mas os dias que estão contemplados entre o intervalo de 18 de março a 30 de setembro de 2021 serão acrescidos aos alvarás de pesquisa, às proporcionalidades das exigências de 30 ou 60 dias. Por isso, é importante que os profissionais estejam atentos a isso para não deixar nenhum prazo escapar', afirmou. Bicca também comunicou que, no dia 6 de outubro, haverá uma audiência pública a respeito da regulamentação da política nacional de segurança de barragens para contribuir e aperfeiçoar a norma. O material já está disponível no site da ANM.

Cerca de 200 mil processos se encontram no formato papel a fim de seguir para Brasília, o que acarreta alto custo. A digitalização seria uma medida prática. De acordo com Bicca, o processo avança e isso já é notório na gerência do Pará. A ideia é que para o ano de 2022 as fiscalizações sejam uma rotina, mas de maneira individual, conclui o convidado.

Fonte: FIESP Notícias 

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