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Com mais de 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Palestras (0)

A Indústria em números - Dezembro 2018

Por: CNI

 

Resíduos da mineração: Desafios para o futuro

Por: Fernando Mendes Valverde - ANEPAC

 

Construção civil – Balanços e perspectivas

Por: Jose Romeu - Sinduscon-SP

 

Desafios do setor de agregados

Por: Fernando Valverde-ANEPAC / Abimex 2018

 

Mercado de agregados – SP

Por: Fernando Valverde – ANEPAC / Deconcic 2018

 

O segmento de arquitetura e engenharia consultiva

Por: Fernando Mentone – Sinaenco

 

Perspectivas da indústria de materiais de construção

Por: Rodrigo Navarro – ABRAMAT

 

Perspectivas na ótica da indústria do cimento

Por: Paulo Camilo - SNIC

 

Tendências no mercado da construção

Mario Marques - Sobratema

 

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ANM fecha acordo com municípios para ampliar fiscalização e cobrança da CFEM

São Paulo, 15/10/2021- Para ampliar a capacidade de fiscalização e cobrança da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), a Agência Nacional de Mineração tem fechado acordo com municípios mineradores. Segundo Etivaldo da Silva, superintendente de arrecadação da agência, vários municípios de Minas Gerais tiveram acordos aprovados pela diretoria da ANM e, brevemente, serão convocados para participar de treinamento e capacitação junto à equipe de coordenação de fiscalização de receitas da ANM.

A ANM conta com apenas sete fiscais para vigiar a exploração mineral nos mais de 2.000 municípios do Brasil. A parceira visa aumentar este número, capacitando servidores municipais e orientando-os a fiscalizar o pagamento da CFEM junto às companhias que exploram a atividade em seus respectivos municípios.

O tema em questão foi amplamente discutido na Exposibram. Os palestrantes relataram que o setor mineral tem vivido sua melhor fase, arrecadando R$ 7,8 bilhões com os chamados royalties da mineração, entre janeiro e outubro de 2021.

Contudo, José Fernando, presidente da AMIG, tem alertado aos municípios mineradores que as receitas com a atividade não são estáveis e definitivas.

Confira a matéria completa aqui.

Setor de mineração se reúne para atualizar agenda dessa cadeia produtiva da construção

O Departamento da Indústria da Construção e Mineração (Deconcic) da Fiesp reuniu sua divisão da Cadeia Produtiva da Mineração na quinta-feira (30/9), para apresentar atualizações sobre o setor no estado de São Paulo. No encontro, estiveram presentes representantes da Agência Nacional de Mineração (ANM) e da indústria de cimento e de agregados.

Indústria Brasileira de Agregados

Sobre a commodity mineral, disponível basicamente nos equipamentos no mercado e nas técnicas de mineração, de acordo com levantamento da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (Anepac), ela representa mais de 2/3 do total da produção mineral mundial. Os agregados são compostos de areia e brita presentes na construção civil.

Conforme informou a Anepac, a produção global soma 50 bilhões de toneladas de agregados e a China responde por mais de 20 bilhões, ou 40% desse total. Apesar de movimentar grandes volumes, há uma preocupação conjuntural devido a conflitos no uso do solo que podem resultar na esterilização de depósitos e na ausência de políticas claras.

Outra preocupação, apontada por Fernando Valverde, da Anepac, é quanto ao transporte na estrutura de custos dos agregados. 'A logística limita bastante as fontes de produção, resultando no aumento dos custos de frete e indução de custos sociais desnecessários', diz.

Segundo Valverde, a integração da produção de agregados dentro do processo de planejamento de gestão do uso do solo não apenas preservaria o estoque destes recursos para uso futuro como também faria de sua produção uma operação economicamente mais eficiente.

Diante desse cenário, a Anepac propõe um plano nacional de agregados, com planejamento e preservação dos recursos, promoção de trabalhos técnicos de execução continuada, bem como inventários destinados ao planejamento da atividade, priorizando as áreas críticas. Outra proposta é inserir a mineração nos planejamentos regionais (Plano Diretor de Mineração/PDM, Zoneamentos, Distritos Mineiros etc.).

A indústria do cimento no Brasil gera R$ 28,8 bilhões de Produto Interno Bruto (PIB). Com produção em São Paulo de 5,9 milhões de toneladas, em 2020, a composição representa cerca de 10% da produção nacional. Apesar dos altos números, mais o fato de São Paulo ser o maior produtor, o estado ainda não é autossuficiente, necessitando receber cimento de Minas Gerais e Paraná.

Indústria do cimento

Paulo Camillo Penna, da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) conta que, em 2021, seis unidades fecharam, o que gerou aumento no desemprego, fato que ainda irá se refletir em 2022. 'A razão para isso é que o gasto fiscal feito no Brasil contra a pandemia foi um dos maiores do mundo. Trocamos uma queda menor no PIB, em 2020, por um crescimento menor nos próximos anos', explicou.

Mineração nacional

O superintendente de Produção Mineral da ANM, Roger Romão Cabral, informou que a Agência Nacional de Mineração desenvolve um sistema para promover celeridade devido às exigências do setor. 'A ANM está se adequando. Hoje temos 35 mil empreendimentos minerários para regularizar', explicou, e a agência está verificando onde é preciso agilizar o processo. 'O desafio é terminar até o final deste ano os sistemas que serão importantes para dar respostas rápidas às demandas que chegam à AMN', destacou. Cabral enfatiza ainda que a ANM busca junto ao Ministério de Minas e Energia ações estruturantes para desenvolver o sistema e atender o setor mineral com a agilidade necessária.

Os prazos dos processos voltam a fluir a partir de 1º de outubro, conforme informação do diretor-geral da ANM, Victor Hugo Froner Bicca. 'Tem uma regra de transição, mas os dias que estão contemplados entre o intervalo de 18 de março a 30 de setembro de 2021 serão acrescidos aos alvarás de pesquisa, às proporcionalidades das exigências de 30 ou 60 dias. Por isso, é importante que os profissionais estejam atentos a isso para não deixar nenhum prazo escapar', afirmou. Bicca também comunicou que, no dia 6 de outubro, haverá uma audiência pública a respeito da regulamentação da política nacional de segurança de barragens para contribuir e aperfeiçoar a norma. O material já está disponível no site da ANM.

Cerca de 200 mil processos se encontram no formato papel a fim de seguir para Brasília, o que acarreta alto custo. A digitalização seria uma medida prática. De acordo com Bicca, o processo avança e isso já é notório na gerência do Pará. A ideia é que para o ano de 2022 as fiscalizações sejam uma rotina, mas de maneira individual, conclui o convidado.

Fonte: FIESP Notícias 

Grupo de Trabalho promove debate sobre Código de Mineração

O grupo de trabalho que estuda a elaboração de um novo Código de Mineração (Decreto-Lei 227/67) realiza audiência pública nesta quarta-feira (25) para discutir o assunto com especialistas.

O colegiado foi criado em junho com o objetivo de atualizar as normas que regulam o setor mineral no País e tem sete sub-relatorias para analisar temas que vão de barragens de rejeitos de mineração a leilões de áreas para exploração.

Na semana passada, representantes da Agência Nacional de Mineração e do Ministério de Minas e Energia ouvidos pelos deputados recomendaram cautela aos parlamentares em eventual revisão do código.

Foram convidados, entre outros:
- o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais, Carlos Alberto Lancia;
- o presidente-executivo da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção, Fernando Mendes Valverde;
- o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Igor Nogueira Calvet.

Confira a lista completa de convidados.

A audiência será realizada a partir das 15h30, no plenário 7.

Os dois debates dessa semana foram sugeridos pelos deputados Joaquim Passarinho (PSD-PA) e Greyce Elias (Avante-MG).

O colegiado é coordenado pelo deputado Roman (Patriota-PR). O plano de trabalho foi apresentado em julho pela relatora, Greyce Elias, e prevê a apresentação do relatório final em novembro.

Da Redação – ND

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Confira a matéria na íntegra aqui.

Governo estuda criar linha de financiamento para o setor mineral

Em julho a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia (MME) várias reuniões com o intuito de aumentar a interação entre agentes financiadores, representantes empresariais e executores de políticas.
O objetivo dessas ações é criar uma rede de financiamento para aquecer o setor de pesquisas sobre mineração no Brasil e, com o apoio dos investidores, iniciar novos projetos de descobertas e cultura no setor mineral, além de estudos, seminários e reuniões técnicas. As estimativas de investimentos no setor mineral brasileiro para o período 2021-2025 são de US$ 38 bilhões.


Saiba mais aqui.

Investimentos em infraestrutura e obras industriais no Brasil devem totalizar cerca de US $ 14.000 milhões no período entre 2021 e 2026.

O crescimento do setor de infraestrutura e obras industriais deve atingir a marca dos 24,7% em comparação com o período 2020-2025.

O estudo “Infrastructure Market Perspectives 2021 - 2026” foi realizado pela Big Data Analytics e Artificial Intelligence Neoway e inclui, ainda, obras com conclusão até 2026. Dentre esses números, de 30 a 40% são representados pelos setores de vias urbanas, transportes e projetos de energia.

Apesar do momento adverso, economicamente e politicamente, por conta da pandemia, muitas obras de grande relevância não foram canceladas nem adiadas, o que favoreceu esse cenário.

Sobre os investimentos e orçamentos, o Ministério da Infraestrutura informa que nos últimos dois anos, os 58 ativos geraram em torno de US$ 50 bilhões em investimentos. Essas concessões beneficiam principalmente o setor de construção civil, pela compra de materiais e contratação de mão-de-obra especializada. O governo espera que até o fim do ano, os investimentos cheguem até 10 vezes o orçamento do Ministério em questão.

Sobre as questões ambientais, o Minfra está em busca do Selo Verde para diversos projetos, atraindo investimentos que prezam pela preservação da natureza.

Leia a matéria completa aqui.

Ministro da Infraestrutura afirma que a meta brasileira é ser líder em infraestrutura de transportes na América Latina

De acordo com a avaliação do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, o crescimento da última rodada do ranking de competitividade e as reformas realizadas em 2019, o Brasil pode virar líder em infraestrutura de transportes na América Latina.

O objetivo da atual gestão é melhorar os serviços, reduzir burocracia e conceder ativos da União à iniciativa privada, fazendo com o que o país se torne mais competitivo, se destacando nos índices e nas pesquisas, sobre os indicadores rodovias, portos, aeroportos e ferrovias.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Segundo o secretário do MME, o setor mineral poderá receber investimentos de US$ 40 bilhões até 2025

Alexandre Vidigal, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), concedeu ao programa Brasil em Pauta uma entrevista onde afirmou que o setor de mineração tem previsão para receber investimentos de US$ 40 bilhões até o ano de 2025.

Representando 3% do PIB, o setor em questão encara um cenário promissor na economia brasileira devido ao investimento.

Vidigal falou também sobre a mineração em terras indígenas, o secretário conta que há regulamentação neste tipo de projeto e só é possível após a anuência e apoio das comunidades.

Outro assunto que obteve destaque na entrevista foram os desastres ambientais. Segundo Alexandre Vidigal, as novas tecnologias no setor de barragens minimizam os riscos de acidentes e afirmou que os critérios para as mineradoras estão mais rígidos.

Leia a matéria completa e acesse a entrevista aqui.

Segundo o secretário do MME, o setor mineral poderá receber investimentos de US$ 40 bilhões até 2025.

 

Alexandre Vidigal, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), concedeu ao programa Brasil em Pauta uma entrevista onde afirmou que o setor de mineração tem previsão para receber investimentos de US$ 40 bilhões até o ano de 2025.

Representando 3% do PIB, o setor em questão encara um cenário promissor na economia brasileira devido ao investimento.

Vidigal falou também sobre a mineração em terras indígenas, o secretário conta que há regulamentação neste tipo de projeto e só é possível após a anuência e apoio das comunidades.

Outro assunto que obteve destaque na entrevista foram os desastres ambientais. Segundo Alexandre Vidigal, as novas tecnologias no setor de barragens minimizam os riscos de acidentes e afirmou que os critérios para as mineradoras estão mais rígidos.

Leia a matéria completa e acesse a entrevista aqui.

PAVING EXPO 2021

Paving Expo 2021 - Com convidados relevantes para o setor de infraestrutura, o evento proporciona extenso conteúdo sobre ferrovias, pavimentação, concessões, investimento, aeroportos e muito mais.

Fique atento! A próxima edição acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de outubro.

Acesse o site para saber mais

A importância da mineração de agregados para a economia do Brasil

Os agregados respondem por mais de 2⁄3 do total da produção mineral mundial, ou seja, cerca de 50 bilhões de toneladas. No Brasil, como ocorre no mundo, os agregados são os bens minerais mais produzidos e consumidos.
 
São utilizados na mistura com o cimento para formar o concreto, artefatos de cimento e outros produtos indispensáveis a indústria da construção civil.
Os agregados estão ao nosso redor como componentes estratégicos para a construção de rodovias, escolas, habitações, pontes, viadutos, ferrovias e outros itens fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da população.

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