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Ao longo dos seus 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Desafios do setor de mineração exigem postura transformadora

 

Diante dos desafios pelos quais passa a área de mineração, as empresas têm assumido uma postura de inovação, que deve ser ainda mais forte na próxima década. “Esta é a questão mais gritante para o setor e deve ser o foco das mineradoras. Tudo o que estiver relacionado à melhoria da eficiência tem grande relevância hoje e é tendência para o futuro próximo”, explica Patricia Muricy, sócia-líder de Mineração da Deloitte, com base no estudo anual As tendências da mineração 2018 – 10 questões que vão impactar a indústria da mineração, conduzido pela própria consultoria. 

Nos últimos anos, acompanhamos empresas adotando práticas transformadoras. Para a próxima década, veremos a continuação da rápida mudança na indústria em um cenário de declínio nos volumes de reservas, diminuindo a disponibilidade de ativos de primeira linha e foco contínuo nos retornos aos acionistas. “Como observamos uma demanda em retração, a eficiência da produção se torna bem mais relevante. Novas tecnologias, a adoção de mais abordagens inovadoras envolvendo os públicos de interesse e a identificação da demanda futura de mercado são alguns fatores fundamentais”, pontua a executiva.

Ao abrir novos caminhos para o futuro, o objetivo agora é mudar para impulsionar investimentos contínuos em inovação e digitalização, voltados à força de trabalho do futuro, manifestando seu compromisso de fortalecer as relações com governo e comunidade e orientando seus esforços para reparar sua imagem pública.

RISCO CIBERNÉTICO

Tantas novidades e desafios pedem uma estrutura de governança ainda mais robusta. Segundo Patricia, muitas ações passam por uma estrutura de automação remota, o que aumenta o risco cibernético. “O tratamento da água, a questão energética, o futuro da força de trabalho, todos esses pontos passam pelo acesso remoto. Por esse motivo, em 2019, a segurança cibernética estará na pauta das empresas.” Há ainda uma preocupação com controle e gestão de riscos de forma global, incluindo riscos antes tratados de forma descentralizada ou nas operações dentro dos painéis de monitoramento da alta administração e Conselho, aumentando a transparência e dando maior agilidade ao processo.

DIVERSIDADE DOS CONSELHOS

A reestruturação dos conselhos também deve fazer parte da agenda das empresas, com o objetivo principal de incorporar maior diversidade. “Novas habilidades são necessárias para ajudar a impulsionar a transformação. De olho nisso, as empresas precisarão garantir que a sua governança tenha competências diversificadas para abraçar as mudanças, além de ganhar a aprovação das autoridades, da sociedade, dos investidores e de outros públicos de interesse. É importante unir pessoas diferentes, levantar ideias contrapostas para gerar mais discussão, mais experiência. Tudo isso contribui para uma gestão de riscos mais efetiva e decisões muito mais assertivas”, comenta Patricia Muricy.

AS TENDÊNCIAS DE MINERAÇÃO 2018

1 – TRAZER O DIGITAL PARA O USO DIÁRIO – Usar insights orientados por dados que, além de gerar valor, estimulam novos modelos de negócios, permitem a criação de estratégias e práticas para transformar os principais processos de mineração, aumentam o fluxo de informações e facilitam o apoio a métodos de back office.

2 – SUPERAR AS BARREIRAS PARA INOVAR – Traçar um caminho para a maturidade em inovação é necessário para a indústria se transformar. Inovações tecnológicas, adoção de mais abordagens inovadoras envolvendo os stakeholders e identificação da demanda de mercado futura são alguns fatores que podem ser alcançados.

3 – FUTURO DO TRABALHO – Com a automação transformando o mercado de trabalho e com a digitalização das minas e dos processos, a gestão de pessoas no setor de mineração muda drasticamente. Novos processos corporativos surgirão com o uso de robôs e estes passarão a apoiar a força de trabalho. Outro fator interessante será a facilidade de trabalhar de locais remotos, além da contratação de funcionários em tempo parcial e de pessoas com deficiências físicas.

4 – A IMAGEM DO SETOR – Mudar as percepções de imagem do público, funcionários e clientes, não parece ser um trabalho fácil, diante das ocorrências de danos ao meio ambiente e impactos na sociedade, mas o setor de mineração tem apresentado uma significativa contribuição para a economia mundial, o que deverá tornar esse trabalho menos complicado frente a um cenário histórico negativo.

5 – TRANSFORMAR O RELACIONAMENTO COM OS STAKEHOLDERS – Para expandir as oportunidades de emprego local, melhorar a arrecadação e atender aos pedidos de melhor infraestrutura e menor impacto ao meio ambiente, os governos de países ricos em recursos naturais pressionam cada vez mais a indústria de mineração. Para alcançar resultados sociais mensuráveis, é necessário trabalhar novas formas de abordagem e relacionamento com os stakeholders e todas as outras partes interessadas.

6 – GERENCIAMENTO DA ÁGUA – Encontrar soluções sustentáveis para essa questão é um dos desafios mais urgentes. A água tornou-se um dos recursos mais críticos para o setor de mineração. Cada vez mais relevante para garantir um bom nível de minério. E essa demanda se torna delicada, pois a escassez de água, segundo a ONU, já afeta grande parte da população global.

7 – ATENDER ÀS NOVAS EXPECTATIVAS DOS ACIONISTAS – Investidores exigem maior responsabilidade e retorno de valor da indústria. Durante décadas, esses fatores dependiam mais das realidades do mercado. Hoje, essa expectativa é maior e mais exigente, com pedidos de crescimento de fortuna corporativa em forma de aumento de dividendos, recompra de ações e maior retorno total para os acionistas.

8 – ENCONTRAR UM EQUILÍBRIO ENTRE CAUTELA E CORAGEM – Graças ao intenso corte de custos, foco nos fundamentos e o compromisso com a simplificação do portfólio, as fortunas de muitas empresas de mineração estão em recuperação. No entanto, esta tentativa de reviravolta não pode remediar as restrições de oferta que atualmente assolam a indústria. Nos 10 anos anteriores a 2016, a quantidade de ouro descoberta diminuiu 85%, portanto é necessário encontrar um equilíbrio entre as medidas de redução de gastos e o investimento na busca de novas reservas.

9 – REALINHAR SUA GOVERNANÇA – Novas habilidades são necessárias para ajudar a impulsionar a transformação. De olho nisso, as empresas precisarão garantir que a sua Governança tenha a diversidade de skills necessários para abraçar as mudanças, ganhar a aprovação das autoridades e da sociedade, investidores e outros stakeholders, assim como reparar imagens negativas.

10 – PREVER AS COMMODITIES DO FUTURO– Para avaliar em quais commodities investir e/ou desinvestir, as empresas precisam manter o foco nas demandas flutuantes do consumidor global, nas mudanças demográficas e econômicas, nos efeitos das mudanças climáticas e na adoção de novas tecnologias pelo mercado.

 

Matéria: Jornal Estadão.

Royalties da mineração serão recorde este ano

Arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), uma espécie de royalty pago pelas mineradoras, deve alcançar R$ 3 bilhões esse ano. Um número recorde, mesmo quando comparado ao superciclo do minério de ferro vivido pelo setor na última década - foi de R$ 2,4 bilhões em 2013. Até agosto, União, Estados e municípios já receberam R$ 1,85 bilhão em receita, cifra que supera toda a receita obtida ao longo de 2017.

De acordo com a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Cinthia Rodrigues, o aumento é resultado das mudanças na legislação do setor, que ampliou alíquotas, mudou a base de cálculo e o número de municípios beneficiados. No caso do minério, que responde por mais da metade da produção mineral brasileira, a alíquota passou de 1,5% da receita para 3% do faturamento bruto. O ouro, que pagava 1%, agora arrecada 1,5%. 

O aumento da produção, com a entrada em operação de novas minas, como a S11D, da Vale, maior mina de minério de ferro do mundo, também puxou a arrecadação. O movimento compensou a desvalorização nos preços de várias commodities no ano e também da estabilidade no preço médio do minério de ferro, cotação diferente da praticada pela Vale para seu produto de melhor qualidade. "Desde janeiro, o ouro se desvalorizou 10%, o cobre, 15%, e o minério de ferro ficou estável", diz Cinthia. 

Com a produção de S11D, o município de Canaã dos Carajás, no Pará, arrecadou até agosto R$ 177 milhões, R$ 100 milhões a mais do que em todo o ano de 2017. Passou de sexto maior arrecadador para a segunda posição. Superou a mineira Nova Lima (MG) e está atrás apenas de Parauapebas (PA), onde fica a mina de Carajás, que já recebeu R$ 400 milhões este ano. 

"Canaã vai ultrapassar Parauabebas", diz George Tomas, diretor da Organização Não Governamental (ONG) Extensão Amazônia, de Marabá, responsável por um estudo de desenvolvimento da cidade. "A cidade não tem infraestrutura, não tem mão de obra capacitada. Tem de aprender a lidar com esses recursos, que só duram enquanto houver a mineração."

O secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, Jurandir dos Santos, diz que a mina S11D tem potencial para produzir por 50 anos. Mesmo assim, garante que está investindo em infraestrutura para atrair outras indústrias. "Fui ao Rio em busca de empresas para investir aqui e a primeira coisa que me perguntaram foi se tinha energia", diz o secretário, que está implantando um distrito industrial em uma área da Vale que serviu de área de montagem para S11D e foi doada ao município. "Lá, temos toda a infraestrutura, incluindo energia."

De acordo com o diretor de procedimentos arrecadatórios da Agência Nacional de Mineração (ANM), Ricardo Eudes, uma das prioridades da nova agência, que ainda está se estruturando, é levantar a lista de municípios afetados pela atividade de mineração e que, pelas nova regra, passarão a receber uma fatia dessa arrecadação. Sem essa lista, quase R$ 300 milhões estão retidos no Tesouro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Seminário Agregados - Desafios, Novas Tecnologias e Produtos

 

São Paulo - 13 de setembro 2018.

Hoje às 8h30 teve início o Seminário Agregados - Desafios, Novas Tecnologias e Produtos realizado em parceria pela ANEPAC e Metso. O evento acontece na sede da Fiesp e reúne empresários, profissionais do setor, tecnologistas e representantes de entidades para discutir as tendência e desafios para o setor de agregados no Brasil.

Na abertura o presidente executivo da ANEPAC, Fernando Valverde, ressaltou a importância do investimento em conhecimento para a formação profissional nas indústrias e agradeceu a parceria da Metso na realização de ações para fomento do mercado.

O evento acontece durante todo o dia, com término previsto para 18h.

 

seminario agregados metso 02 

CONCRETESHOW 2019

 

Concrete Show 2019 traz as inovações e tendências mundiais em sistemas e métodos construtivos à base de concreto, trazendo soluções e aumentando a produtividade, qualidade e velocidade na execução da obra.

O evento apresenta tecnologia em equipamentos, serviços, produtos e sistemas construtivos à base de concreto, servindo de plataforma para lançamento de produtos, vendas e networking.

Em paralelo a este evento acontece Concrete Congress, um programa exclusivo de conteúdo, informação, reciclagem e transferência de tecnologia e debate dos novos rumos do setor.

 

Data: 13 a 15 de fevereiro 2018

LocalSão Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Mais informaçõeshttp://www.concreteshow.com.br/

Seminário Nacional ABRECON

 

O Seminário Nacional da Abrecon é a oportunidade que o setor da reciclagem de Resíduos da Construção tem para apresentar suas demandas e fomentar o mercado de agregado reciclado e destinação correta dos resíduos da construção. É também a chance que nós temos para colocar na mesma discussão gerador, poder público, organizações ambientais e os atores participantes do mercado de resíduos da construção consolidando uma discussão produtiva para o segmento.

Principal evento do setor de resíduos da construção, A Abrecon aproveita a oportunidade para apresentar de forma inédita o Relatório Setorial Abrecon e o Manual de Aplicação do Agregado Reciclado. Aliás, o MARE (Manual de Aplicação do Agregado Reciclado) é um projeto inédito no mercado e pretende dar, enfim, padronização na nomeclatura dos agregado reciclados, suas aplicações, bem como, algumas dúvidas relativas a característica das matérias primas.
 
Mais informações, acesse: http://abrecon.org.br/seminario/

Posicionamento da Anepac Frente à Greve dos Caminhoneiros

Posicionamento da Anepac Frente à Greve dos Caminhoneiros

 

A Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (ANEPAC) vem manifestar apoio às medidas tomadas pelo governo federal para pôr fim à greve dos caminhoneiros que se prolonga desde o dia 21 de maio de 2018.

É importante ressaltar que o setor de agregados vem sofrendo, desde o ano de 2013, contínuas quedas de produção decorrentes da séria crise econômica que se instalou no País. Uma produção de 745 milhões de toneladas de areia e pedra britada em 2013, foi reduzida a 497 milhões de toneladas em 2017, ou seja, uma queda de 33%. Esta queda abrupta criou grandes problemas para as empresas que vinham investindo fortemente. Elas tiveram que se adequar à realidade demitindo e reduzindo investimentos.

O setor tinha boas expectativas para este ano, aguardando a retomada dos investimentos em infraestrutura e moradia, mas, como vários setores, foi atropelada pelo atual movimento dos caminhoneiros. Houve uma queda de 95% na entrega diária de areia e pedra britada (agregados para construção), produtos tão essenciais quanto alimentos e medicamentos, já que sem eles não há construção civil, nem manutenção de obras públicas e privadas. De mais de 1,5 milhão de toneladas de agregados entregues diariamente em obras e depósitos de materiais de construção, hoje se consegue entregar menos de 100 mil toneladas devido à falta de combustíveis e bloqueios injustificados. As mais de 3 mil empresas produtoras de areia e brita do país que empregam diretamente 70 mil pessoas estão sendo fortemente afetadas.

Julgamos que muitas das reivindicações dos caminhoneiros eram justas e houve boa vontade das autoridades para atendê-las. Com as conquistas que obtiveram, seria natural que o movimento acabasse, mas aproveitadores e pessoas que querem impor suas visões políticas radicais estão impedindo a retomada da normalidade.

À luz dessas considerações, torna-se necessário que o bom senso impere. Caso isto não aconteça, é necessário que as autoridades se posicionem efetivamente para restabelecer a ordem o mais rápido possível, evitando o caos, que somente interessa a radicais, e trazendo paz e tranquilidade à população brasileira.

A mineração está presente na realização do sonho da casa própria

Vídeo do IBRAM destaca a presença de minérios no dia a dia da construção civil

Quem nunca desejou ter uma casa própria? Um sonho presente na vida de milhões de brasileiros só pode ser realizado por meio da mineração. É isso que o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) quer mostrar com o novo filme institucional “Mineração: sempre presente em nossa vida”. “Ao fazer esta ligação na mente das pessoas, entre o produto final – ou seja, uma casa que se tornou um bem para o uso diário – e as matérias-primas, conseguimos atrair a atenção e a compreensão da sociedade para a essencialidade da indústria mineral empresarial em nossas vidas”, diz Paulo Henrique Soares, diretor de Comunicação do IBRAM.

Com imagens de projetos de arquitetura, intercaladas com cenas de objetos de decoração sendo colocados na casa e a alegria das famílias pela conquista, o roteiro conduz o espectador a reconhecer a mineração nos materiais utilizados pela construção civil para erguer paredes, tetos, pisos, janelas, entre outras partes que compõem as edificações.

De forma leve e atraente, o vídeo apresenta aos brasileiros o que poucos sabem: areia, pedra, brita, cascalho e argila, muito usados nas construções, são minerais. Denominados tecnicamente de agregados da construção civil, são extraídos em empreendimentos minerais situados mais próximos das cidades, como em pedreiras, por exemplo.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), a produção anual brasileira do conjunto de agregados é muito representativa. Em 2017 chegou a 420 milhões de toneladas, ficando em terceiro no País. Os agregados só não superaram a o minério de ferro e água mineral. “A tecnologia e as facilidades da vida moderna dependem essencialmente de produtos minerais. O que nem todos sabem é que a construção de estradas, pontes, casas, edifícios também depende da mineração. É preciso, portanto, apoiar esta atividade produtiva para sempre termos acesso aos suprimentos de minérios”, aponta Walter Alvarenga, diretor-presidente do IBRAM.

A produção do vídeo contou com a participação da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (Anepac).

Mercado de agregados

Segundo dados da Anepac, o mercado brasileiro de agregados é atendido por diversos produtores. Atualmente, o setor reúne mais de 3.100 empresas, sendo 600 de produção de brita e 2.500 de extração de areia que, juntas, geram um total de 75 mil empregos diretos e 250 mil indiretos.

 

Ficha técnica:

Cliente: Instituto Brasileiro de Mineração

Produção: Tutano Filmes

Direção: Guilherme Mendes

Direção de Fotografia: Marcelo Borja

Design: Anna Paola Guerra

Animação: Hamilton Júnior, Bruno Cardieri e André Reis
Finalização: Marcelo Reis

Aprovação: Paulo Henrique Leal Soares, Diretor de Comunicação do IBRAM

Vídeo relacionado

Reunião setorial SINDIEXTRA - Agregados para Construção Civil.

 

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SOMAR Mineradora recebe o seu quarto Prêmio Chico Mendes.

 

A multipremiada SOMAR Mineradora recebeu o seu quarto troféu do Instituto Chico Mendes, na última semana, em São Paulo, pelas boas práticas de sustentabilidade utilizadas em mais de 30anos de atividades no setor da mineração de areia na Região Metropolitana de Porto Alegre. “Em um segmento importante como o da mineração de areia para a economia do País e para o setor da construção civil, é muito importante valorizar bons exemplos como o da SOMAR. Nossa área especializada tem feito avaliações muito positivas da empresa por meio de seus relatórios e visitas técnicas”, disse o presidente do Instituto Chico Mendes, Vito Milano.


A premiação criada para incentivar e disseminar a aplicação de novos conceitos de desenvolvimento sustentável é dividida em várias categorias e abrange a gestão responsável pública e privada, empreendimentos sustentáveis, produtos ecologicamente corretos e ações de destaque na área socioambiental. As empresas inscritas são analisadas por técnicos do Instituto Chico Mendes dentro de critérios que levam em consideração o potencial de poluição e grau de utilização de recursos naturais baseado na lei 10165/2000, observando-se a gestão de negócios e a gestão socioambiental, além de outros critérios pertinentes a cada uma das categorias do prêmio.

Quase 500 empresas se inscreveram no PROCERT das quais um pouco mais de 45 obtiveram a pontuação necessária para receber o aval da certificação e a autorização para a utilização do Selo Verde que promove a distinção e a valorização das marcas junto aos seus mercados consumidores.

A diretora executiva, Veronica Della Mea e a engenheira ambiental da empresa, Fernanda de Souza Silva, além de receberem uma das mais importantes premiações da área ambiental, acompanharam durante o dia o 4°Fórum Empresarial Chico Mendes de Sustentabilidade sobre o tema “Educação Ambiental – Ferramenta Base para Sustentabilidade Empresarial”, que reuniu nove especialistas.  “Nossa equipe, preocupada com a sustentabilidade como parte importante da gestão da empresa, vê reconhecido o seu trabalho com a premiação pela quarta vez consecutiva do Prêmio do Instituto Chico Mendes, que se soma as certificações nacional e internacional do ISO 14001/2015 de gestão ambiental e ISO 9001/2015 de gestão da qualidade”, diz Veronica Della Mea.

A primeira palestra do evento foi ministrada pelo biólogo Marat Guedes Barreiro Junior, auditor líder nas Normas NBR ISO 9001. 14001, FS 22000, seguido de Joana Da Silva Burgos Sousa,  supervisora de Relações Institucionais do Parque Ambiental do Consórcio de Alumínio do Maranhão – Alumar, Glacidalva César Araújo de Andrade, gerente de Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Eficiência Energética da Eletrobras Distribuição Roraima, Jônathas Malaguth Costa, assessor de Meio Ambiente da Base Hidrográfica da Marinha em Niterói, Rogério Naccache, do Instituto  Jogue Limpo, onde tem a função de  garantir metas alinhadas com o Ministério do Meio Ambiente e o jornalista Ricardo Voltolini, diretor da plataforma Ideia Sustentável.

No período da tarde, o case ambiental do Sebrae Ceará foi apresentado pelo engenheiro civil Carlos Vianna Freire Júnior e na segunda apresentação, a bióloga e coordenadora de Educação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Rachel Marmo Azzari Domenichelli, comentou os desafios da educação ambiental integrada à gestão estadual.  Ela é autora dos livros Sustentabilidade no Ambiente Escolar e Almanaque do Fundo do Mar, pela Editora Panda Books. Logo após, o engenheiro Lucas Vincícius Poletto Cardoso mostrou os resultados do case RAC-Engenharia e, por último, a plateia ficou atenta para ouvir o ambientalista Ulisses Girardi, presidente do Grupo Visafértil, empresa consagrada na produção de adubo orgânico com matérias-primas renováveis de indústrias e agroindústrias.

World Mining Congress 2018

O 25º Congresso Mundial de Mineração (World Mining Congress) será realizado entre os dias 19 e 22 de junho de 2018, em Astana, no Casaquistão.

O congresso é um evento global da indústria de mineração, que é realizado desde 1958 e reúne especialistas e cientistas de diferentes países que atuam no setor de desenvolvimento de depósitos minerais sólidos . 

Comemorando o 25º Aniversário, o Congresso Mundial da Mineração irá abordar desde a exploração e extração até o enriquecimento, desde avaliação de risco até atrair financiamento internacional. Paralelamente à conferência, haverá a exposição especializada internacional, bem como uma série de turnês industriais durante os quais os participantes serão apresentados com as instituições científicas e as empresas industriais do país anfitrião.

Espera-se que mais de 2000 delegados de 50 países do mundo façam parte do World Mining Congress em Astana, em uma exposição participarão de mais de 300 empresas.

 

Mais informações: https://www.wmc2018.org/en/

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